Gerador de nomes para Editoras de Livros, Revistas e Jornais

Gere ideias de nomes para editoras de livros, revistas e jornais em baixo

Como escolher o nome certo para a sua editora?

Bem se está na dúvida ou ainda não decidiu o nome para a sua editora de livros, revistas e jornais, nós vamos ajudá-lo a chegar ao nome certo.

As ditas “editoras de livros, revistas e jornais” passaram por várias fases desde o seu início, mas sempre desempenharam um papel fulcral no desenvolvimento da nossa humanidade. Desde o crescimento cultural da população à melhoria da economia local. Uma editora trabalha diretamente para o gosto do consumidor, por isso a escolha do nome tem que ser feita com a devida análise.

No tópico seguinte vamos analisar alguns nomes de editoras de sucesso para que se inspire e alcance o seu objetivo!

Escolhas de Sucesso

Porto Editora – A maior editora portuguesa. Para além de ter comprado outras editoras, publicou também as obras de José Saramago, Prémio Nobel da Literatura e um dos principais escritores da língua portuguesa. Integram no seu catálogo, nomes populares como Jojo Moyes, Isabel Allende, Gonçalo M. Tavares e Valter Hugo Mãe. Inspirada na cidade invicta “Porto”. Um nome simples de fácil recordação.

LeYa – Uma editora de presença internacional com o objetivo de se tornar uma referência da língua portuguesa. Está presente em Portugal, Brasil, Angola e Moçambique. Proprietária de 18 marcas ativas em Portugal. Os seus livros estão frequentemente nas listas dos mais vendidos. O seu nome ao ser pronunciado (o som) é igual a “Leia” , o que se torna super interessante e fica no ouvido e totalmente unido com o conceito da marca.

Planeta – É um grupo com sede em Barcelona e líder editorial em Espanha, França e América Latina. Destaca-se pela sua diversidade tanto de autores de várias nacionalidades como nos livros. O catálogo é extenso, desde história, educação, ciências, gestão a biografias, romances, gastronomia entre muitos outros. O nome descreve-se como o bem essencial que nós temos, que é o nosso planeta e sem ele não vivemos, criando assim uma analogia com a literatura.

Gradiva – Editora fundada em 1981 por Guilherme Valente, em Lisboa. Consigo tem edições de nomes muito reconhecidos como Stephen Hawking, Huber Reeves, Ian McEwan, Frank Ronan, António José Saraiva e o topo das vendas em Portugal, José Rodrigues dos Santos. O nome deriva do latim e significa “aquele que avança”. Através de uma passagem histórica, esta editora criou um nome fácil e sonante que reflete a mensagem da empresa.

Cofina – Detentora de 4 jornais, 2 revistas e um canal televisivo. Fundada em 1990, atualmente é líder em Portugal no domínio da imprensa. Um nome simples de pronunciar que criou um grande impacto na imprensa portuguesa.

Impala – É um grupo empresarial português que se destaca no sector editorial sendo líder na publicação de revistas de entretenimento. Afirmou-se desde o seu início, anos 70, como pioneira do sector, lançando diversas revistas de informação generalista ou especializada. Este grupo designa-se como o Antílope Africano, elegante nos seus saltos e de uma beleza natural por isso se chama Impala.

Público-alvo e conceito

É crucial definir como deseja que o seu negócio atue no mercado. Com isso definirá o conceito da sua editora e por consequência o seu público alvo. Para que isso seja transmitido no seu nome terá que perceber qual será o seu nicho tal e qual como vimos nas escolhas de sucesso.

Poderá ter o enfoque em revistas generalistas ou em ciência; pode pretender a edição de livros ou focar-se em notícias gerais através de jornais; ou pode decidir trabalhar em várias frentes, o importante é que seja claro para si a forma como o vai fazer e dessa forma será claro para o seu consumidor. 

Vivemos numa altura de fácil acesso à informação, mas nem sempre essa informação é clara ou transparente, por isso prime pela qualidade da mesma e dessa forma irá criar confiança aos seus clientes. Se o seu desejo passa pelos livros, então entenda o que o público procura , qual a sua sede de leitura ou procure o que acalma os pensamentos da população em geral, devido aos momentos que se vive nos dias de hoje.

Após delinear os seus objetivos, definir o seu conceito e conhecer o seu público-alvo, escolha um nome que o caracterize e o sucesso será apenas um caminho fácil a percorrer.

Marketing e Estratégia

Como sabe, para vender e promover revistas, livros e jornais é essencial existir uma excelente estratégia aliada com um ótimo plano de marketing. Por isso, não pense duas vezes em escolher uma boa equipa de marketing para a sua editora e ao escolher o nome pensa na imagem que irá passar em cartões, livros, publicidades, etc.

Estude o mercado, analise cores, imagens, histórias e faça um “cocktail” com essas informações para que o seu nome seja marcante e estimule o cliente de forma a que fique na mente e se fale sobre ele. O melhor aliado será mesmo o conteúdo da sua editora, nada marca mais alguém do que uma lembrança. Seja ela nostálgica ou avassaladora, um momento especial ou uma experiência é o melhor estimulante para a memória cerebral de um ser humano.

Junte o conceito ao nome da sua editora, una as cores que reflitam o mercado que atua ou os princípios que defende, dessa forma não há como falhar. O nome certo está pronto para impactar, marcar e solucionar o que falta no mercado das editoras!

História e Curiosidades

Sabe qual foi o primeiro jornal do mundo? Pelo menos o que a história tem conhecimento? Foi a Ata Diurna criada pelo Imperador Romano. Júlio César para divulgar as suas conquistas militares e ao mesmo tempo informar o povo da expansão do Império criou um gênero de placas que eram expostas nas principais praças das grandes cidades. Em consequência disso, surgiram os primeiros jornalistas intitulados como correspondentes imperiais, que acompanhavam o imperador ou as equipas militares para que pudessem recolher a informação e consequentemente a publicarem na Ata Diurna.

E o que dizer sobre o papel? Qual a sua origem?

A palavra papel deriva do latim “papyrus” que faz referência à planta “papiro”, uma planta que cresce nas margens do rio Nilo no Egito, da qual se extraía fibras tanto para a fabricação de cordas, barcos como para as folhas de escrita. Dessa forma, surgiram os pergaminhos, feitos de couro de bovino em que se colavam as folhas de papiro lado a lado. Depois de finalizado, as folhas eram presas a dois bastões em suas extremidades. Ou seja, os leitores tinham que desenrolar de um lado e enrolar do outro enquanto liam as páginas.

Mas o papel que conhecemos hoje foi inventado na China por T’sai Lun. Criou uma mistura humedecida com casca de amoreira, cânhamo (cannábis), restos de roupas e outros produtos que contivessem fontes de fibras vegetais. Em seguida, bateu a massa até formar uma pasta, peneirou-a e obteve uma fina camada que foi deixada para secar ao sol. Depois de seca a folha de papel estava pronta!

E sobre os livros no formato que conhecemos hoje? Qual a sua origem?

Bem, tudo começou durante a Idade Média quando o alemão Johannes Gutenberg possibilitou que o trabalho que antes era realizado manualmente pudesse ser feito por máquinas, tornando a publicação de livros e jornais muito mais rápida e acessível.

Assim, surgiu a prensa de papel, construída com base nas letras móveis e na prensa de vinho. Desta forma, Gutenberg desenvolveu toda uma nova indústria. Alguns autores afirmam que a prensa de papel de Gutenberg tirou o mundo de vez da idade média, levando-o para a era da Renascença!

Gutenberg decidiu produzir o primeiro livro e a sua escolha foi a Bíblia, 641 páginas que demoraram 5 anos a serem produzidas e fazendo assim do primeiro livro da humanidade, a Bíblia de Gutenberg. Só existem 48 exemplares da Bíblia de Gutenberg e o empresário Bill Gates tem uma em sua posse, ganhou-a num leilão.

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